Fraqueja uma rouquidão antiga, nos frascos. Um ramo de não sei o quê deu folhas e rebentos. Parecia solitário e seco, mas não.

Será porque é domingo, quem sabe, talvez.
















12 comentários:

Jaime Latino Ferreira disse...

MANUELA BAPTISTA


Será

Espanta solidão
domingo
ocasião


Maravilhoso tudo, desenho e texto, bravo!


Jaime Latino Ferreira
Estoril, 26 de Janeiro de 2014

Mar Arável disse...

Que rebentem

Beatriz disse...

Pode ser Manuela...

Domingo é um dia feliz e tudo floresce e renasce onde quer que seja!

Bj

Bia

Marcos Satoru Kawanami disse...

Manuela,

Boa gravura. O calor de há dias, hoje, veio acompanhado de chuva, chuva de vento para refrescar o domingo. Aqui chove pouco, neste Noroeste de São Paulo, na capital do estado chove sempre.

fraterno abraço
Marcos

. intemporal . disse...

.

.

. se um dia eu deixasse os dias . devagar . gostava de ter estes frascos . e este ramo de não sei o quê . na minha mesa de cabeceira . e um verso Seu como passaporte . junto à fronteira .

.

.

. íssimo feliz .

.

.

Rogerio G. V. Pereira disse...

Dei voltas e voltas
para verificar
se vidros de frascos
se regiam por calendários
Nada apurei
Quanto ao ramo, é a força da seiva
que disso eu sei

Rita Freitas disse...

Talvez :)

bjs

Silenciosamente ouvindo... disse...

Ao domingo tudo se torna mais
possível, porque a nossa disposição
acaba por estar um pouco melhor,
ou não?
Fica a dúvida. É bom que rebente.
Bj.
Irene Alves

Mz disse...

Coisas que parecem sem vida,
de repente, florescem
para nos lembrarem que existem.

E domingo é um bom dia!

Abç

© Piedade Araújo Sol disse...

talvez não seja domingo, mas eu ate que gostava de ter esses frascos...

bonitas gravuras...

:)

Vitor Chuva disse...

Olá, Manuela!

Com frascos tão bonitos, não admira que esse ramo de não sabe o quê tenha dado rebentos...E o dia de descanso certamente que ajudou - como normalmente ajuda a todos nós...

Boa semana e um abraço
Vitor

Graça Pires disse...

Um ramo ou uma flor nascem onde menos se espera. Quem sabe se para fazer esquecer uma solidão maior...
Um beijo, Manuela.