Na fotografia antiga ela tem um ramo de flores caído no
chão. Há uma escada e em cada degrau dois rapazes, três raparigas, cinco
rapazes, duas raparigas, até perfazerem vinte e cinco. Vestem um casaco de
fazenda pied de poule, que quer dizer pés de galinha. Empurram-se, fazem
caretas, riem. Ela sorri apenas e as flores no chão. Eu não estou visível nessa
fotografia e só me lembro da velha máquina do meu pai e da gritaria da minha
irmã, tu não sabes mexer nisso, para, larga, é minha. E era.
A cores, seriam encarnadas as flores e negro o chão.